quinta-feira, 6 de junho de 2013

Músicas, filmes e indignações.

Sou um apaixonado por músicas, séries e filmes. Quem me conhece bem sabe que esses três tem um espaço bem especial no meu coração e mais importante ainda, no meu HD – que hoje só tem 500MB de espaço, inclusive. . Um lance interessante – e me arrisco até a dizer deprimente – sobre a música é que hoje, como um todo – e pelo menos pra mim – está extremamente nivelada. Talvez até não eu consiga ser muito claro nesse sentido, mas a grosso modo, acredito que tudo está muito, mas muito igual. A música eletrônica que sempre teve muito destaque no cenário musical hoje está num padrão que alguém com pouca experiência pode, em algumas semanas, aprender a utilizar um programa de edição musical, criar um som “legal” e jogar na rede. . Não se tem mais tanto cuidado com aquilo que vai se vender, ou se comprar, pois o apelo comercial é extremamente grande e persuasivo. Vejo artistas que tinham suas assinaturas musicais marcantes e de fácil identificação, se vendendo com batidas que hoje estouram nossos ouvidos com letras sem sentido ou significado musical algum, mas que simplesmente (admito) são dançantes. Falo diretamente da música POP, pois como professor de dança que sou, observo muito disso em minhas aulas de dança, pois a maioria de deus alunos são adolescentes que se entopem de modinhas, cabelos, e visual e se esquecem do significado da música, da mensagem que ela lhes traz. Quando traz, é claro. . Sempre que posso, instigo meus alunos a buscar músicas, batidas, sons, ruídos, enfim, material novo para que possamos surpreender em nossas apresentações. Acho que a graça da dança, da coreografia, além da dança, é claro, é a surpresa auditiva que podemos proporcionar. . Mas voltando à música, faz um tempo que tenho vontade de citar/indicar alguns artistas que pra mim, são a nata da música mundial e hoje, nem sempre às pessoas estão dispostas à ouvir ou acrescentar algo ao seu repertório musical. Hoje, minha dica é um som alternativo que certamente vai fazer você – pelo menos – bater o pé no ritmo do groove. . . Daft Punk – O último álbum da dupla francesa, “Random Access memories”, lançando no mês de maio, já quebrou vários recordes de venda no mundo inteiro. Os caras conseguiram fazer o que poucos artistas conseguem fazer: as pessoas que já conhecem o trabalho dos caras, simplesmente já sabem que o que eles lançarem no mercado, certamente será sucesso, ou seja, já na pré-venda o CD já fazia sucesso. Esse álbum, recheado de swag, tem canções com um cuidado tão grande nos arranjos que surpreende. Destaque aqui para Lose Yourself To Dance, Get Lucky (single), Giorgio by Moroder e Touch. Talvez se você ouvisse essas músicas e não soubesse que são do mesmo álbum, talvez dissesse que são de anos diferentes de lançamento, ou até mesmo artistas diferentes, mas não se engane. Isso é o jeito Daft Punk de ser/compor/arranjar. Vale a pena. Ah! Se Você assistiu o filme TRON LEGACY saiba: toda a trilha sonora daquele filme foi concebida pelo Daft Punk. O filme já é legal, a trilha, é a cereja no bolo. Houve aí! . O final de semana que passou – além de pegar três filmes, precisar devolver um deles um dia depois e ainda por cima devolver o errado – assisti a dois filmes, porém um deles me chamou muito a atenção com uma história incrível. . “O Impossível” (2012) é um filme que conta a história de uma família que resolveu passar as férias num Resort que foi atingido pelo Tsunami que devastou a a costa da Tailândia em 2004. Durante a passagem da onda gigante, a família acaba se separando, e a partir daí é que começa a sina pelo reencontro. Com um destaque para a atuação impecável das três crianças protagonistas do filme que dão um brilho especial à obra. A história – que é baseada no testemunho real da família representada na tela – claro que não deve ser redonda e cheia de desencontros como aqueles, mas é muito emocionante. Vale a pena! Até logo! “O Impossível” (2012) é um filme que conta a história de uma família que resolveu passar as férias num Resort que foi atingido pelo Tsunami que devastou a a costa da Tailândia em 2004. Durante a passagem da onda gigante, a família acaba se separando, e a partir daí é que começa a sina pelo reencontro. Com um destaque para a atuação impecável das três crianças protagonistas do filme que dão um brilho especial à obra. A história – que é baseada no testemunho real da família representada na tela – claro que não deve ser redonda e cheia de desencontros como aqueles, mas é muito emocionante. Vale a pena! . http://www.youtube.com/watch?v=rDOg3jYnICw Até logo! =)

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